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Nome: Rafael Tonello Leandro Idade: 17 Aprecio: Rosas, medievalismo, escrita, romantismo e a prata. MSN: tonello1988@gmail.com Links: Jørgensen Conde-Louback Condessa Bathory Fantasma |
Sexta-feira, Abril 20, 2007
~ Rosas, rosas Soa forte o grito do peito Na sombra dos olhos cai-te chorosa Desfaz-te a musa - feitora do leito De teu sentimento, o desmanche da rosa Faz-te da lágrima a gota de orvalho Ruge o vento - sopro do sábio "Nasceis neste o broto perfeito" E de olhos secos, que morreis satisfeito Pois sim! Satisfeito serás! Cautelosa a brisa que canta tão belo Por tuas mãos a semente trarás E cai soberana, com todo desvelo De olhos vendados sempre a verás Pois ti, filho do tempo, vivo parmenecerás! Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Domingo, Março 04, 2007
~ Descrença Nega-te a alma o olhar ao espelho Morre aos poucos o lúgebre brilho que perece Ofusca dentre névoas, cria da questão A gélida chama que nega e se entristece Pois mesmo tua filosofia tem uma conclusão Onde nasce o fruto de teu medo, e de viver se esquece Vagam no oco lamentos perdidos Pronúncias confusas à procura da cura Pelas mãos de tua escolha trás-te o medo E por conta do mesmo cessa-te a louca procura Chore, negue, aclame por teu perdão Do corte no pulso a chave daquele portão Rangem as grades, soa a corneta imperial Conheças teu destino, ei-lo - juízo final Grita a tempestade com o estrondo do trovão! O susto, a libertação de teu mundo surreal Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Terça-feira, Setembro 12, 2006
Corta-te ao fio de tua mais poderosa arma que, inocente, espreita nas mais calorosas promessas de amor; um poeta louco que apronta tua armadilha no calor de teu colo, no toque sedento pelo alimento de teu ego; sorriso este que após o ataque letal afoga-se nas ilusões de um amor realizado, ou na luz que vos dita profecias onde são comprovadas tuas crenças: teu doce sonho onde, aos pés de uma cerejeira, minhas palavras são tuas. Pois sim, fui teu poeta... Me desculpe... Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Quinta-feira, Agosto 03, 2006
Através da veemência daqueles olhos, ao fundo da alma, à mesa vejo onde fora escrito em linhas vermelhas o após da vida; o antecedente do próximo reencontro, onde guiados pela força do destino nos uniremos e, assim, mais uma vez, seremos apenas um. Foi escrito pra ser assim... te amo, Manda! Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Quarta-feira, Julho 05, 2006
Adeus Quebra o silêncio as badaladas deste sino Onipresente talismã qual vos busca à morte Ào som do sino o estrondo do trovão - teu medo Que anuncia o perecer por via deste corte Refúgio das lágrimas por ela derramadas, teu segredo A anestesia do maior temor, tua sorte Pois através deste constrói o enredo Da ruína de mais um coração dilacerado Pelo fio das mãos de mais um amor cego Cultivado pela tolisse de um homem louco, um homem apaixonado Siga as luzes... tem teu nome na pedra vosso abismo... Abra os olhos e veja o decaír de tua catedral De cada pedra um ano vivído, um amor realizado Com a ausência de tua conclusão, teu esperado troféu Que por adoráveis olhos sempre lhe fora negado E incompleta sucumbi a escultura deste mal-amado Deste crime o tão pequeno réu Que pelos panos negros agora serás levado Saúde a libertação, teu único bem conquistado Siga as luzes... tem teu nome na pedra vosso abismo... Emergem das pedras as visões do adeus Envoltos pelo branco teus esperados "Por amor fui carregado, purificai os atos meus" A última lágrima, o aclame da salvação de teus pecados Àos joelhos a despedida, o beijo ao sopro do vento "Siga serena, minha palavra, minha carta Rume a corrente que cruza com minha mais bela rosa em beira-mar E acalme-a com o cântico dos pássaros, o toque da arpa Pois enquanto viver teu lindo sorriso, permanecerei a te amar, e te amar" Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Quarta-feira, Junho 28, 2006
Pensei em desativar este blog para a inauguração de outro pois, quando leio minhas antigas escritas aqui postadas, as acho fracas demais... mas após um tempo decidi mantê-lo. Desde o primeiro post até estes últimos percebe-se uma certa evolução quanto às minhas linhas e, assim, acho que fica mais interessante. "Que dos primórdios desta fazeis-te um eterno aprendiz - filho de tuas próprias linhas; amante da escrita arte de um sentido coração onde, envolto por teu sombrio veludo, oh, Dama de Negro, em branco não se despedirás". Bom, agora o que realmente vim postar... "Racha os céus com o envio de vosso supremo Tal como a fúria das tempestades estremece-vos pelo sussurro de tua majestade Pelas mais densas trevas transpassa teu explendor extremo Por tua jornada, como viva, acelera em saudades Pois nesta flecha lhe é carregada a vida Que viaja ào infinito motivada pela ansiedade E que apenas aguarda a estadia de tua estrela perdida Que mesmo dentre tantas outras, jamais deixou de ser tua única beldade" Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Segunda-feira, Maio 29, 2006
Levanta-te das cinzas e imponha tua soberanidade! Enfim o luar de tua ressureição! "Tanto rende-te às dolorosas lágrimas do perdão, quanto qual um raio de luz aquece um inocente coração. Envio-te em meio ventos e chuva - cure; mate, afogue em tua ilusão, depois retorne e me responda... cura-me, flecha da perdição?" Ei-la - imponente flecha de sagitário; ânimo das vontades deste arqueiro. Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Sábado, Fevereiro 25, 2006
Hah, como as coisas mudam! Não te esquecerei. =] Faíscam novamente minhas emoções Ardentes como incandescentes chamas Claream mais uma vez as sombras deste coração Símbolo do sentimento daquele que te amas Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006
"O nosso primeiro e último amor é... o amor-próprio." Justamente hoje me aparece esta mensagem no Orkut. Cruel, não? Rende-me às lágrimas a volúpia deste olhar Vitae que desfigura singela face, graciosa expressão No peito recebo o brilho diamantino de teus olhos Lágrimas cristalizadas por um sentimento tão gélido Por fúria intensa tomado és o culpado Que exalta-se em incontroláveis sentimentos E aprisionado és pela intensidade da timidez Poderia estar melhor... poderia não mais abrir os olhos. Assim não lamentaria a tua ausência, apenas me alimentaria de recordações deste sorriso tão belo que apenas você tem. Ainda nos veremos... Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Domingo, Fevereiro 19, 2006
Costumo apenas postar escritas de minha autoria, porém, desta vez tive que abrir uma excessão. Nada melhor para explicar minha atual condição do que Shy. ~ Sonata Arctica - Shy I Can see how you are beautifull, can you feel my eyes on you, I'm shy and turn my head away Working late in diner Citylite, I see that you get home alright Make sure that you can't see me, hoping you will see me Sometimes I'm Wondering why you look me and you blink your eye You can't be acting like my Dana (can you) I see you in Citylite diner serving all those meals and then I see reflections of me in your eye, oh please Talk to me, show some pity You touch me in many, many ways But I'm shy can't you see Obsessed by you, your looks, well anyway "I would any day die for you", I write on paper & erased away Still I sit in diner Citylite, drinking coffee or reading lies Turn my head and I can see you, could that really be you Sometimes I'm wondering why you look me and you blink your eye You can't be acting like my Dana? I see your beautifull smile and I would like to run away from Reflections of me in your eyes, oh please Talk to me, show some pity You touch me in many, many ways But I'm shy can't you see I see, can't have you, can't leave you there 'cos I must sometimes see you But I don't understand how you can keep me in chains And every waken hour, I feel you taking power from me and I can't leave Repeating the scenery over again Sometimes I'm wondering why you look me and you blink your eye You can't be acting like my Dana? I see your beautifull smile and I would like to run away from Reflections of me in your eyes, oh please Talk to me, show some pity You touch me in many, many ways But I'm shy can't you see Oh baby talk to me, show some pity You touch me in many, many ways But i'm shy can't you I'm shy can't you I'm shy can't you see Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Sexta-feira, Fevereiro 17, 2006
Prefiro não revelar o título... Como pétalas ao vento ruma meu destino Que por uma suave brisa guiado és à teu jardim Onde cultiva as mais lindas rosas Broto de teu sentimento Foz da esperança deste nobre Pois por ti mantenho os olhos abertos E apenas por ti eles se fecham É quando adentro onde afloram meus pensamentos E revejo teu lindo sorriso Como se aclamasse pelo toque de meus lábios Como se desejasse o ardor de meu carinho A proteção de meu abraço O conforto de minhas palavras E todo o amor deste coração tão humilde Que de tempos aguarda por tua prometida E por lágrimas de sangue lamenta tua ausência Reluz então a fonte que me alimenta Procuro na multidão os olhos teus Olhos negros como a mais serena noite Lindo o brilho que radiam Carinho o sentimento que transmitem Zelo por apenas um olhar Para que ao menos uma vez note aquele que a deseja Então vem a mim Avisto a nítida roseira por trás destes transparentes olhos Seguido deste sorriso que só você possui E nasce mais uma gota de esperança Mais uma gota de orvalho Que brotará minha mais linda rosa no canto mais belo de teu jardim Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006
~ Tormenta Ofusca o radiar destes diamantinos olhos A densa sombra que abrange o solitário Escuridão onde se esgueiram os mais sóbrios condenados Culpados por cegarem-se por um amor infinito Por um sentimento que agressivamente deitou-vos ao chão Por uma emoção que deságua por teus sublimes olhos Lágrimas vermelhas que desfiguram esbeltas faces Lágrimas de sangue que se cristalizam eternizando o sofrimento E vosso algoz que zela por tua desgraça Aprisionando-vos em teu mais obscuro calabouço Torturando-vos com teu famoso chicote de rosas Como um maestro toca tua orquestra vos conduz ao infinito Onde eternamente vossas almas terão de lamentar Por um amor perdido, por um amor jamais possuído Tormenta que para sempre há de me fazer chorar Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006
~ Teu Eterno Algoz Pelos olhos propago a demência Persuadida pelo temor entrega-se a mim Recebo teu inerte corpo àos braços Airoso, banhado pela penumbra de vosso luar Enfurece minha quimera belos traços Que aprisionada por grilhões aclama por liberdade Tua singela pureza derruba-me na maior fraqueza Então a besta rompe teus limites Pela coloridade de tua vitalidade me são tomados os olhos Uma fúria insana enlouquece minha mente Em minhas presas carrego vosso destino Em meus lábios o sangue do inocente No ponto mais alto do êxtase, reluto Resisto à volúpia qual dispertara meu instinto Uma vez mais persuade a força de vontade Uma vez mais persuade o desejo de um louco Livrei-te da vida, salvei-te da morte Em macias nuvens põe-se a caminhar Um sereno céu azul e fortes raios de luz abrangem o portão Avança com puros pensamentos como se levada por anjos Por segundos cerra teus olhos Inúmeras coisas passam por tua cabeça como lapsos Então abre os olhos, e tudo torna-se vermelho Macias nuvens quais por descalça caminhava Sólidas rochas negras que ardem em chamas Por chamas incandescentes é tomado o portão Que guarda o mais profundo calabouço dos pecados Seja bem vinda, menina Você está no inferno! Sobressaltada desperta sob a eterna luz do luar Toma na face a gélida brisa de tua mais clara noite Então vê a mim O vento leva teu temor Nem mesmo uma palavra preciso proferir Sei que tens conhecimento de tua condição Livrai-te do inferno ilusório Vivais eternamente no inferno de vosso mundo obscuro Pois encantaste-me com este belo sorriso Pois conquistaste-me com tua extrema doçura Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Sexta-feira, Janeiro 27, 2006
~ Manipulação Ao som da primeira gota de sangue que tocar este solo soarão as trompetas alertando o meu perecer, e assim por meu rebanho serás rendido ao ver tudo o que criara sucumbir, nada poderá fazer, inepto a qualquer decisão irá panderar tuas mais robustas muralhas suscumbirem como um sopro derruba um castelo de cartas. Admito que tua deleita palidez seduz-me causando assim um certo ardor, porém, basta mais do que belos traços banhados pela eterna luz do luar para dispertar a quimera que se esconde no calabouço mais profundo de minha conciência, a besta, o incontrolável instinto. Vejo o desespero neste olhar moribundo e alimento-me por cada lágrima que mancha esta orgulhosa expressão. Supérfluo és agora teu sentimento, renda-se ao poder a mim concedido e torne-se mais um de meus seguidores, olhe-me nos olhos e conhecerás a verdadeira submissão e, assim, jamais esquecerás esta mórbida emoção que atinge-o bruscamente no peito abrangindo-o com o mais profundo dos teus medos. Recebo novamente em mãos a prontidão de mais uma alma ardente, um corpo inerte. Entregue em meus braços sinto tua desistência, sem mais vigor para lutar, sem mais suspiros para ao menos poder chorar. Debate-se nos grilhões a quimera que ao ver esta presa em mãos luta para se libertar, aquieto-a com a sobriedade da escuridão que ao fechar meus olhos há de a acalmar. Tomo-lhe faminto em minhas presas e atinjo o êxtase ao deleciar-me com teu vitae humano, resisto à tentação que ao longo de minha existência há de me atormentar e solto teu corpo desfalecido de encontro ao chão. Perdeste tudo o que havia criado, nada sobrou, agora apenas tens a mim. Abra teus olhos e eternize teu corpo, abrace esta dádiva que lhe fora concedida, idolatre-me a cada pôr-do-sol, faça de ti meu próprio rebanho! Pois sou tudo que lhe resta. Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
Terça-feira, Janeiro 24, 2006
~ Casa dos Temores Gárgolas de pedra antecedem o temor Das profundezas de teu coração, o maior medo Das margens de teu pensamento, o impossível E das mais trabalhadas construções, a onipotente Triunfante a hora em que os portões se abrem Trovões anunciam o perigo Maléficos risos ecoam em nossos ouvidos Medo e insegurança do desconhecido prevalecem Ao primeiro som do primeiro passo Cessam-se os ventos Abrangem o recinto nossos batimentos cardíacos Ela tens conhecimento de nossa presença Por cada estátua, somos vijiados Por cada fenda, ouvidos Por nossa presença, sentidos Por nossa vitalidade, desejados Curtos passos quebram o silêncio Fria a brisa qual bate em nossas faces O entusiasmo suspende qualquer emoção Obscuro é o futuro tão próximo que nos aguarda Enquanto na espectativa para adentrar a mansão Podemos ouvi-la respirar Percebemos que está observando-nos E sabemos que está apenas esperando-nos Em meio uma enorme indecisão Um suspiro preocupado decide nosso destino A coragem suspende nosso maior medo Porém, a insegurança corrói-nos por dentro De prata é composta a fechadura da porta principal Porta qual separa-nos de distintos mundos Porta qual esconde o motivo de nosso maior temor Porta qual de novos, víamos em nossos piores pesadelos Um grito ecoa em nossos ouvidos Forte o sopro que o acompanha Após um ruído, abre-se a porta Medo trás o vento que agressivamente nos atinge Acalma-se então a fúria desta rajada de vento Apaga-se junto nosso desespero Cautelosos passos quais levam-nos para dentro Decididos passos quais percorrem o caminho de vosso destino Pessoa/s exporam suas idéias por aqui. - Topo
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